15 de jun de 2012


Pedófilos descrevem efeito de medicamentos antilibido

28 de abr de 2012

A INTERNET E MEU FILHO






Internet oferece riscos para crianças e adolescentes; saiba como proteger seu filho.


Internet pode ser uma rica fonte de informações, mas crianças e adolescentes devem ser orientados.



Crianças e adolescentes devem ter limites. Principalmente na internet. 
Mas o que podem acessar e até qual idade devem ser supervisionados? 
“A internet não deve ser vista como um monstro pelos pais", explica a psicóloga Elisa Villela. 
"Ela pode ser uma rica fonte de informações e descobertas, mas há cuidados a serem tomados”.
Desenvolver a responsabilidade dos filhos e, à medida em que crescem, aumentar aos poucos o leque de sites é a melhor alternativa. 
Também é uma questão de segurança conhecer as senhas das redes sociais e de e-mails dos filhos, que devem ser usadas apenas quando julgar necessário. 
“Muitos não exigem as senhas por medo de chatear os filhos", diz Maria Edna Scorcia, diretora pedagógica do colégio Joana D’Arc, em São Paulo. 
"É a mesma coisa que perguntar a eles com quem pretendem sair, a que horas voltam e para onde vão”. 
Conhecer bem os relacionamentos dos filhos e ter um diálogo aberto evita também situações mais complicadas.
 "O cyberbullying tem sido uma realidade cada vez mais constante, principalmente entre adolescentes”, afirma Elisa Villela. 
“Desde muito cedo, a criança deve ser orientada a se colocar no lugar dos outros para não fazer o que não gostaria que fizessem a ela", diz. Isolamento, crises de choro ou reações exageradas de raiva demonstram que algo está errado com o filho. 
Cabe aos pais desvendarem o motivo.
Redes sociais são perigosas
Para muitos especialistas, o ideal é que apenas os maiores de idade possam fazer parte das redes sociais. 
O problema é que, como esses sites não exigem comprovação da data de nascimento, qualquer um pode criar um perfil com informações alteradas. 
O melhor a fazer é supervisionar e conversar sobre os perigos contidos ali para toda a família.
 “Fotos de uma viagem ou mesmo da sua própria casa evidenciam o padrão de vida da família, o que é um chamariz para bandidos", afirma a psicopedagoga Cristiane Ferreira. 
Ela alerta também para o risco ao publicar imagens da criança vestindo o uniforme, pois isso revela onde ela estuda. 
Pais devem sempre orientar os filhos a adicionar e entrar em contato apenas com pessoas já conhecidas. 
“A criança pequena é orientada a não conversar com estranhos na rua”, diz a psicóloga Elisa Villela. 
"O mesmo vale para a internet".

ATÉ 6 ANOS
O que acessar: sites de conteúdo infantil e educativo.
“Algumas crianças já sabem ler com fluência antes dos 6 anos, e a escola pode até utilizar a internet como ferramenta para o processo de alfabetização”, diz a psicopedagoga Cristiane Ferreira, membro da Associação Brasileira de Psicopedagogia. 
Tome cuidado com: o excesso. 
“O computador não deve ser uma babá eletrônica, e sim um aparelho para promover descobertas e lazer para a família. 
E não pode substituir a atividade física”, alerta a psicóloga clínica Elisa Villela.
Bloqueie: acessos a sites proibidos que contenham conteúdo pornográfico, de violência ou que não estejam de acordo com os princípios de educação ou de cultura da família. 
“Não há privacidade nessa fase, pois o filho não é capaz de discernir entre o certo e o errado”, afirma a psicóloga e psicopedagoga Eliana de Barros, diretora do colégio Global, em São Paulo. 
Use as ferramentas de filtragem para barrar esse tipo de informação.
Tempo de navegação: de 15 minutos a, no máximo, uma hora por dia -sempre com a supervisão constante de um adulto. 



DE 6 A 8 ANOS
O que acessar: sites de jogos infantis que estimulem a criatividade e a coordenação motora. O próprio filho pode indicar endereços, mas cabe aos pais explorar o conteúdo e verificar se é adequado. 
“Mostrar interesse pelas descobertas das crianças cria um espaço a ser compartilhado entre pais e filhos”, comenta a psicopedagoga Elisa Villela. 
Mas o julgamento dos pais sobre o conteúdo é essencial. 
“Crianças até essa idade não têm o sistema de julgamento moral suficientemente desenvolvido para saber o que é bom ou ruim para elas", afirma. 
Tome cuidado com: visitas à casa de amigos ou familiares com acesso à internet. 
Certifique-se de que os pais dos amiguinhos bloqueiam sites ou limitem o uso dos computadores. 
Vale lembrar ainda que alguns celulares possuem acesso à rede. 
"Não recomendo o uso de celulares para essa idade, mas se os pais acharem muito necessário ter um, devem escolher um modelo mais simples”, diz Cristiane Ferreira.
Bloqueie: jogos que incentivem a violência, sites com conteúdo para maiores de 18 anos, salas de bate-papo e redes sociais. 
Mensagens instantâneas, só com o acompanhamento dos pais e com amigos previamente aprovados.
Tempo de navegação: até uma hora e meia por dia, desde que a lição de casa já tenha sido feita.

DE 9 A 10 ANOS
O que acessar: sites aprovados pelos pais e mensagens instantâneas -desde que os contatos sejam de conhecidos. 
Aos nove anos, é importante dar mais autonomia à criança. 
Se for do interesse dela, crie uma conta de e-mail com senha compartilhada pela família. 
Estabeleça regras de uso.
 “A criança já pode compreender melhor quais são os riscos que a utilização inadequada da internet pode trazer”, diz Cristiane Ferreira. 
"Mas os pais devem continuar usando o programa de controle ao acesso à internet e ter diálogo aberto com os filhos".
Tome cuidado com: sites de pesquisa, pois o risco de acesso a conteúdos inadequados aumenta. 
"Redes sociais podem ser acessadas, mas com supervisão direta e integral dos responsáveis. 
Vale lembrar que quanto mais amplo o universo digital, maior o risco”, alerta Eliana de Barros. 
Conheça os amigos e o conteúdo das conversas.
Bloqueie: salas de bate-papo, sites para maiores de 18 anos ou endereços que não condizem com a educação e cultura da própria família.
Tempo de navegação: entre uma e duas horas, com supervisão dos pais.

DE 11 A 13 ANOS
O que acessar: redes sociais, sites de pesquisa, jogos educativos, emails e mensagens instantâneas -desde que observados pelos pais. “Uma boa tática é colocar o computador em ambientes de uso comum da família, como a sala”, diz a psicóloga Elisa Villela. 
Supervisione sem comentar o conteúdo. 
A psicopedagoga Eliana Barros recomenda cuidado para não expor o adolescente ao fazer comentários sobre sua atividade digital. 
"Lembre-se que está apenas garantindo a segurança e não 'bisbilhotando' a intimidade dele”, diz. Cristiane Ferreira, também psicopedagoga, explica que nessa idade aumenta o interesse pela utilização de internet, que deixa de ser apenas um meio de informação e passa a ser também uma maneira de interação social. 
Fotos de festas, pensamentos e sentimentos são facilmente colocados em Facebook, Twitter, YouTube e Orkut, e isso faz com que a criança sinta necessidade de copiar os amigos. 
Cabe aos pais incentivar os filhos a interagir mais com os colegas por meio do convívio físico.
Tome cuidado com: a postagem de fotos, informações pessoais ou telefone em redes sociais. 
“Faça uma lista e converse sobre os itens que são proibidos, como não divulgar senhas ou dados pessoais, não marcar encontros, não fazer compras e não desrespeitar os outros”, diz a psicóloga. 
Explique a importância da preservação da privacidade e mostre que há armadilhas na rede.
Bloqueie: downloads, salas de bate-papo, endereços de compras, localizadores geográficos e sites com conteúdos como pornografia, anorexia ou bulimia. 
Tempo de navegação: no máximo duas horas.

ACIMA DOS 14 ANOS
O que acessar: redes sociais e sites de pesquisa de informações. 
“O computador deve ser monitorado constantemente pelos pais, mas de forma muito sutil, sem afrontamento”, diz Eliana de Barros.
 Observe as mudanças de comportamento, respeite a privacidade e cobre responsabilidade.
 “Nessa idade já não se tem controle sobre os acessos dos filhos a muitos conteúdos. 
Por isso as regras sobre o uso da internet devem ser conversadas e explicadas" explica a psicóloga Elisa Villela. 
"Assuntos pertinentes aos riscos e benefícios da internet devem ser constantes entre os familiares”.
Tome cuidado com: sites de download e links desconhecidos. 
Se notar no jovem uma tendência ao isolamento, estimule sua participação em situações compartilhadas pela família. 
Os pais devem dar o exemplo e não ficar somente no mundo virtual, aproveitando os momentos com os filhos para conversar pessoalmente. 
Evite fazer comentários não pertinentes ao mundo digital do adolescente -elogiar ou publicar frases como “meu filhote está um gato!” é constrangedor. 
Alguns sinais servem de alerta para os pais: observe se o histórico de páginas acessadas some toda vez que o adolescente entra na internet ou se eles se comportam de forma estranha quando estão diante do computador.
Bloqueie: jogos de apostas ou que estimulem a violência, sites de compras, localizadores geográficos, salas de bate-papo e endereços com conteúdo para maiores de 18 anos, com cenas violentas e chocantes ou que fazem apologia a crimes.
Tempo de navegação: não exceder o período de duas horas, com a condição de antes cumprir compromissos escolares e caseiros.



16 de abr de 2012

PROCURADO PELO F.B.I. > ERIC JUSTIN TOTH






Eric Justin Toth é o novo inimigo público n.º 1 dos EUA



Quase um ano depois da morte do líder da Al-Qaeda, Ussama Ben Laden, que durante uma década liderou a lista dos mais procurados do FBI, os EUA têm um novo inimigo público número um.

Eric Justin Toth, um norte-americano de 30 anos, é suspeito de posse e produção de pornografia infantil.
O antigo professor de uma escola privada de Washington está em fuga há quatro anos, desde que foi encontrado material pornográfico numa máquina fotográfica que ele usou.
O FBI oferece uma recompensa de cem mil dólares por informação que possa levar à sua captura.
Segundo as autoridades, Toth (que também usa o nome David Bussone) já terá passado pelo Ilinóis, Indiana, Wisconsin e Minnesota.
Em 2009, terá vivido no Arizona.
"Sempre contámos com o apoio do público para ajudar a capturar fugitivos e a resolver casos", disse Mike Kortan, diretor adjunto do gabinete de Relações Públicas do FBI.
"A inclusão de Toth na lista dos dez mais procurados ilustra quão importante é retirar este indivíduo das ruas", acrescentou.
Descrito como um perito em computadores, Toth tem a capacidade para se integrar em diferentes contextos sociais, segundo o FBI.
O alerta indica que o antigo professor deve ser considerado perigoso e poderá ter tendências suicidas.
FONTE
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F.B.I. ENTENDA COMO O F.B.I. FAZ A LISTA DOS DEZ CRIMINOSOS MAIS PROCURADOS

Entenda como o FBI faz a lista dos seus dez mais procurados
12 de abril de 2012  06h28  atualizado às 08h42



Como o FBI decide quem entra na sua lista de suspeitos mais procurados?
A pergunta veio à tona nesta semana, quando a polícia federal americana trocou Osama bin Laden por um acusado de pornografia infantil em sua lista de dez fugitivos mais buscados.
Bin Laden, idealizador dos ataques de 11 de Setembro, era o extremista mais procurado no mundo até sua morte, em maio do ano passado, durante uma operação americana no Paquistão.
Já Eric Justin Toth, 30 anos, não é acusado de matar ninguém, mas sim de "possuir e produzir pornografia infantil".
O ex-professor está foragido desde 2008, quando foi indiciado em âmbito federal após material pornográfico ter sido encontrado em uma câmera de fotos que ele havia usado em sua escola.
O FBI buscou-o pelos Estados de Illinois, Indiana e Arizona, mas perdeu a trilha do suspeito.
Por isso, na última terça-feira, adicionou Toth à lista de dez mais procurados, tirando dela Bin Laden.
"Sempre contamos com o apoio público para ajudar a capturar fugitivos e solucionar casos", disse em comunicado o porta-voz do FBI, Mike Kortan.
"A inclusão de Eric Toth na lista de dez mais ilustra como é importante tirar esse indivíduo das ruas e prendê-lo."
Mais durões
O FBI começou a produzir a lista de Dez Mais Procurados em 1950, quando um repórter pediu ao organismo os nomes e as descrições dos "caras mais durões" que estavam foragidos.
Desde então, a lista se tornou um sucesso de publicidade, dizem policiais.
Dos 495 homens e mulheres que figuraram na compilação nas últimas seis décadas, 465 foram capturados ou localizados.
Desses, 153 foram presos a partir de pistas dadas por pessoas comuns, diz o FBI.
É importante lembrar que os dez indivíduos listados não estão ordenados por grau de periculosidade - a lista não é um ranking.
Ameaça à sociedade
Para ser incluído na lista, é preciso que haja um mandado de prisão federal para o indivíduo e que este seja considerado uma ameaça à sociedade - alguém com a suposta capacidade de provocar danos se continuar foragido.
O homem ou a mulher da lista tem de ser considerado "mau" o suficiente para valer uma recompensa de centenas de milhares de dólares por pistas de seu paradeiro.
Também é preciso que os agentes encarregados da busca tenha exaurido outras pistas e acreditem que a publicidade vai ajudar a encontrar o fugitivo (há casos em que fugitivos não são adicionados à lista porque as autoridades creem que a publicidade pode fazê-los se esconderem ainda mais).
A lista é compilada com sugestões de agentes de campo e com a análise dos casos mais proeminentes - o material então vai para o topo da cadeia de comando do FBI, até os nomes da lista receberem a aprovação do diretor do órgão, Robert Mueller.
"Ao longo do tempo, a lista espelhou, de alguma forma, os interesses das investigações criminais do FBI", explica o historiador oficial do órgão, John Fox.
Nos anos 1960 e 70, por exemplo, figuraram na lista radicais antiguerra do Vietnã adeptos da violência, como Bernardine Dohrn, Katherine Power e Leo Burt.
Nos anos 1990, a compilação passou a contar com extremistas internacionais.
E nos anos 2000 foi a vez de acusados de pedofilia e pornografia infantil serem listados.
"É claro que isso não engloba todas as prioridades do FBI", diz Fox.
 "Contrainteligência (por exemplo, operações sigilosas) não é um tema investigativo que se adeque à lista dos Dez Mais Procurados."
Os fugitivos saem da lista quando são capturados, mortos ou se deixam de ser considerados uma ameaça à sociedade.
Ao longo dos anos, seis procurados se encaixaram nessa última categoria - por exemplo, os ativistas antiguerra do Vietnã que eram acusados de atos violentos e conseguiram escapar até chegarem à meia-idade.
Com tanto a ser levado em conta, é longo e burocrático o processo de acrescentar ou tirar um fugitivo da lista.
O FBI demorou 11 meses para substituir Bin Laden.
E, até esta quinta-feira, o acusado de assassinato James "Whitey" Bulger ainda figurava na lista, apesar de ter sido capturado em junho.

FONTE
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15 de mar de 2012

AJUDA ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES




Telefone 123 Alô! ajuda adolescentes com problemas familiares

Solidão e falta de ter com quem conversar são hoje os principais problemas de crianças e adolescentes que ligam para o serviço 123! Alô.  

Criado em 2009, o telefone gratuito 0800 0 123 123 recebe cerca de 300 ligações por mês, principalmente, de casos de violência em casa e na escola.

O atendimento anônimo é realizado por assistentes sociais e psicólogas no Rio de Janeiro, mas pessoas de outros locais do país podem fazer a denúncia pelo chat do site ou por e-mail.
A procura maior é de adolescentes de 13 a 15 anos com muita dificuldade para expressar os seus sentimentos para familiares, professores ou colegas, porque não recebem a atenção daqueles que deveriam cuidar de sua educação.
Eles reclamam muito de não terem ninguém que os escute.
Alguns casos são encaminhados para o atendimento psicoterápico próximo do local de residência.
Quando se trata de abuso sexual, crianças e adolescentes são orientados a identificar-se para que a denúncia seja encaminhada para o Conselho Tutelar ou órgão competente do Sistema de Garantia de Direitos.
O Alô 123! incentiva que o jovem expresse suas emoções e dúvidas.
O serviço foi adaptado no Brasil, seguindo o modelo do atendimento telefônico da redeChild Helpline Internacional, presente em mais de 150 países no mundo, fundada pela indiana Jeroo Billimoria.
Quando trabalhava no Instituto de Ciências Sociais em Mumbai, ela recebia muitas chamadas de crianças de rua pedindo ajuda e mobilizada em responder a urgência destes telefonemas, a empreendedora social criou o serviço telefônico que atende 24 horas por dia, aliado a uma extensa rede de apoio e intervenção.
Fonte: ChildHood Brasil